Diário de Leitura #17: O Penúltimo Perigo – Lemony Snicket

O Penúltimo Perigo – Lemony Snicket
Desventuras em Série #12
Editora: Cia. das Letras
Páginas: 320
Nota: 5/5
Sinopse: Quem, em prantos, seguiu as Desventuras em Série publicadas pela Companhia das Letras, vai chorar ainda mais com o 12o. e último livro antes do último livro da terrível coleção de Lemony Snicket. Nele, os órfãos Baudelaire enfrentam o odioso Conde Olaf no Hotel Desenlace, onde os horrores se sucedem: uma vilã vestida de alface, gente furtiva perambulando no porão, um relógio sinistro, um açucareiro perdido, uma lavanderia com Cerramento Supravernacular Complexo, um tribunal vendado, pessoas nobres e pérfidas no mesmo barco e um final terrivelmente surpreendente. Porém, o que contém o açucareiro, e o que é C.S.C.? Só saberemos, talvez, num igualmente misterioso 13o. volume.
Como sempre, nenhuma das nossas perguntas foi respondia e meu coração quase que não aguenta a leitura desse livro. Que aflição!
Odeio injustiças, e Desventuras em Série apresenta uma série de injustiças cometidas contas os nobres irmãos Baudelaire por pessoas extremamente pérfidas como o Conde Olaf. A irresponsabilidade dos adultos ao redor dos órfãos me deixa nervosa desde 2005 quando embarquei nessa desaventurada aventura. 
Neste volume, os irmãos conhecem a misteriosa e grávida figura de Kit Snicket. Ela leva os Baudelaire até o Hotel Desenlace, onde eles deveriam estar até quinta-feira para finalmente – quem sabe – descobrir mais sobre C.S.C e salvar  alguns voluntários. 
Porém, é óbvio, tudo se volta contra o trio que, disfarçados de concièrges, são obrigados a atender os hospedes e ao mesmo tempo descobrir coisas úteis – como os planos pérfidos do conde Olaf. Em meio a um mix de pessoas boas e más (alguns difíceis de identificar como um ou outro), os irmãos acabam no meio de um “tribunal cego”, no qual os participantes estão literalmente vendados. 
Como sempre, Olaf dá um jeito de triunfar e o Hotel pega fogo. No fim das contas, a única saída dos Baudelaire é tentar salvar a si mesmos, já que ninguém os escuta. À bordo de um barco localizado na cobertura, os irmãos pensam estar à salvo, apesar de se sentirem responsáveis pela tragédia. Eles só não contavam que para sair do incêndio, teriam de dividir o barco com seu maior inimigo.
Meu coração sofre cada vez que os Baudelaire quase escapam por um triz, só para serem capturados. Parece que esses livros foram escritos para fazer a gente passar raiva. Mas né, seguimos firmes.

Meu nome é Gabriela, tenho 24 e sou jornalista. Trabalhei durante quatro anos grandes revistas das áreas de arquitetura e decoração e hoje sou freelance. Livros são a minha paixão e adoro falar sobre eles e tudo o que os envolve.

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Meu nome é Gabriela, tenho 24 e sou jornalista. Trabalhei durante quatro anos grandes revistas das áreas de arquitetura e decoração e hoje sou freelance. Livros são a minha paixão e adoro falar sobre eles e tudo o que os envolve. Boas leituras!

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