Diário de Leitura #11: A Gruta Gorgônea – Lemony Snicket

Mais um Diário de Leitura, hoje falando sobre A Gruta Gorgônea, o décimo primeiro livro da minha querida Desventuras em Série. Bora começar essa resenha porque aquele (ou aquela) que vacila está perdido!
A Gruta Gorgônea –  Lemony Snicket
Desventuras em Série: #11
Editora: Cia. das Letras
Páginas: 288
Nota: 4/5
Sinopse: O novo volume que dá seqüência à crônica da trágica e desgostosa vida dos irmãos Baudelaire está, como sempre, repleto de infortúnios. Aqueles que ignorarem a advertência de Lemony Snicket – que diz: “Como autor dedicado que jurou registrar a deprimente história dos Baudelaire, preciso continuar me aprofundando profundamente nas profundezas cavernosas das vidas dos órfãos. Mas você pode se aprofundar na leitura de um livro mais alegre e evitar que seus olhos e seu humor se afoguem” – encontrarão Violet, Klaus e Sunny em um tobogã, descendo as águas cinzentas do Arroio Enamorado. A situação não é das melhores: depois de resgatar Sunny das garras do Conde Olaf, os Baudelaire se vêem separados do amigo Quigley, numa jornada rumo ao pé das Montanhas de Mão-Morta.A viagem só não é mais desagradável graças à aparição do submarino Queequeg, que resgata os três das águas violentas do Arroio. Capitaneado pelo excêntrico Andarré, o minúsculo Submarino Q e sua Tripulação de Dois ainda abriga Fiona, enteada do capitão, e Phil, que já havia ajudado os Baudelaire no infeliz episódio da Serraria Alto-Astral. Em busca de um misterioso açucareiro, os seis chegam à Gruta Gorgônea, onde cogumelos venenosos e a aparição de um certo conde podem precipitar desenlaces ainda mais tristes na vida da trinca desafortunada.


O livro começa de onde o anterior parou: com Violet, Klaus e Sunny fugindo das garras de Olaf em um tobogã nas águas cinzentas do Arroio Enamorado. Os três irmãos não sabem como farão para sair dali até que surge uma pequena esperança no horizonte, um submarino. Uma vez à bordo, os Baudelaire conhecem o agitado capitão Andarré, sua enteada Fiona e Phil, com quem os jovens já haviam se encontrado antes. Esse grupo parece finalmente poder ajudar os órfãos.

Como todos estão em busca de um misterioso açucareiro que contém importantes informações para C.S.C, juntos navegam até a Gruta Gorgônea, uma caverna submarina repleta de mistérios e segredos – e um fungo terrível que, como era de se esperar, figura em mais um episódio trágico da vida complicada dos irmãos. Sozinhas, as crianças saem em busca do açucareiro, mas voltam de mãos vazias – apesar de encontrarem algumas informações que se mostram valiosas no futuro. De volta à bordo do Queequeg, os quatro percebem que o capitão Andarré e Phil desapareceram. Sem saber se foram abandonados ou se mais uma tragédia se abateu sobre eles, os Baudelaire e Fiona têm que lidar com o mais terrível dos perigos quando o sonar do submarino mostra uma figura verde e brilhante, em formato de um olho bem conhecido, se aproximando deles. Assim, mais uma vez, os irmãos se caem nas garras de um certo Conde.

Eu amo Desventuras em Série. É uma série que conheci quando eu tinha uns 10 anos, na biblioteca da escola pública onde eu estudava. Comecei pelo 8ª livro e, quando descobri que eram 13, quase surtei. Precisava ler todos. Sim, faz muitos anos e eu ainda não consegui terminar de ler a série toda, mas nunca deixou de me interessar e acho que isso conta muitos pontos para o senhor Snicket.

Apesar de serem livros voltados para crianças, a história dos Baudelaire é tão cativante que eu, supostamente uma adulta, não consigo parar de ler – mesmo quando o próprio autor tenta nos entediar contando como funciona o ciclo da água. Acho que essas pequenas explicações sobre palavras e coisas cotidianas são ótimas.

Mas enfim, voltando à história desse duodécimo livro, como sempre, ficamos cheios de questões que talvez sejam respondidas só lá no último volume. As crianças têm que enfrentar o Conde Olaf mais uma vez e lidar com questões como a traição de um amigo, uma doença terrível e o medo de estarem sozinhos no meio do oceano. Agora é aguardar a leitura do próximo livro, que eu previ para este mês.

Meu nome é Gabriela, tenho 24 e sou jornalista. Trabalhei durante quatro anos grandes revistas das áreas de arquitetura e decoração e hoje sou freelance. Livros são a minha paixão e adoro falar sobre eles e tudo o que os envolve.

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Meu nome é Gabriela, tenho 24 e sou jornalista. Trabalhei durante quatro anos grandes revistas das áreas de arquitetura e decoração e hoje sou freelance. Livros são a minha paixão e adoro falar sobre eles e tudo o que os envolve. Boas leituras!

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